Decisões dos governos fragilizam a Educação na pandemia

Decisões dos governos fragilizam a Educação na pandemia

Decisões dos governos fragilizam a Educação na pandemia

🤕 Antes da pandemia de Covid-19, o governo Bolsonaro já tratava a Educação como inimiga, aplicando cortes orçamentários, perseguindo profissionais da área e aplicando outras ações que só atrasam o nosso país.

Na crise sanitária, a situação piorou⤵

➡ O Brasil é um dos países que menos investe na Educação durante a pandemia (o orçamento para o setor é o menor em uma década)

➡ Mesmo diante da necessidade do isolamento social para evitar o contágio, houve poucos esforços para garantir que estudantes em situação de vulnerabilidade social tivessem acesso aos conteúdos pedagógicos

Pior, o presidente até vetou integralmente a Lei 14.172, que destina R$ 3,5 bilhões para a promoção de internet gratuita a mais de 18 milhões de estudantes e a cerca de 1,5 milhão de professores em todo o país. Foi derrotado pelo Congresso, que derrubou o veto.

😰 Na Bahia, a situação piora com a decisão do governador, Rui Costa, de retomar as aulas presenciais em julho, sem a imunização total do povo e sem protocolos rígidos de biossegurança.

E mais: se não retornarem às aulas, os alunos perderão o benefício do Bolsa Presença, e os profissionais da Educação sofrerão cortes salariais.

😱 Ou seja, a volta será feita à força – uma medida que coloca em risco toda a sociedade.

É preciso pressionar os governantes a não tomarem decisões que podem aumentar ainda mais a tragédia da pandemia. A prioridade deve ser a vida.

#EssencialÉaVida #DigaNÃOaoPL5595 #GenocídioNão